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LPN critica prevenção aos incêndios florestais

“Deve-se encarar a questão dos incêndios a sério”, disse à Lusa Joaquim Sande Silva, da LPN. Segundo o ambientalista, é necessário arranjar um sistema que puna quem prevarica a legislação em vigor - como fazer fogueiras, queimadas, lançar foguetes e cigarros, ou não limpar os terrenos à volta das moradias rurais.
Sande Silva sublinhou também, que as medidas de intervenção das autarquias e cooperativas não estão “a funcionar no terreno e o que presenciamos é uma escalada quase galopante da matéria combustível”, diz.
“Há uma série de áreas que arderam em 2003 e 2005, que permaneceram ao abandono e que, entretanto, estão a criar um manto de combustível”. Por tudo isto, não se admira dos incêndios dos últimos dias. A floresta portuguesa ocupa uma área aproximada a 3,4 milhões de hectares, cerca de 40 por cento do território nacional.







